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Top: melhores álbuns que o Lucas me arrumou!

28/07/2009

Taí, já fazia tempo que eu queria escrever algo sobre coisas legais que o Lucas passou pra eu ouvir. Hã, quem é o Lucas? Oras, vamos apresentar!

THIS is Lucas, note o tamanho do nariz, haha. Foto descaradamente roubada do Orkut do Muniz.

THIS is Lucas, note o tamanho do nariz, haha. Foto descaradamente roubada do Orkut do Muniz.

Lucas, o Skeeter, o Biro-Biro,  é um grande amigo, amigaço mesmo, chapa que conheci em Ipatinga quando a gente estudou na mesma sala de Mecatrônica lá no JK, numa ocasião que ele veio trocar uma idéia comigo porque eu tava com… err, uma camisa do Slipknot. Sim, eu já gostei de Slipknot, mas durou só pouco mais de um mês. Daí começamos a compartilhar gostos: ciência e MÚSICA. Muita música! É sério que já perdemos até muitos pontos nas aulas de português por ficar conversando de muzyka, haha!

Naquela época de ouro, como entusiastas de musique, a gente vivia indicando e apresentando bandas um pro outro. Mas no fim das contas ele foi o que cara que mais me arrumou CDS lotados de MP3 de muitas, muitas bandas, e por isso tá aqui esse post. Lucas foi um sujeito que ajudou bastante a moldar meu gosto musical com a bondade que ele tem até hoje baixar um porrilhão de coisas e gravar pra galera. Nesse porrilhão de coisas tem muita banda de metal sinfônico (o tal ‘gothic metal’, como a geral costuma chamar), folk, e outras coisas mais. Muitas outras coisas!

Sem mais delongas, vamos destacar alguns do álbuns bacanas que ele me passou, sem uma ordem específica. Acho que eu tenho o mesmo carinho por todos, haha! Não se esqueça de clicar nas capas se quiser mais informação.


Arcade Fire – Funeral

Uma vez, na casa dele, ele me falou que o Arcade Fire fazia um rock bonitinho e me mostrou um pedaço bonitinho da Wake Up. Não foi a amor a primeira ouvida, mas depois que ele gravou pra mim bastou ouvir umas 4 vezes pra me emocionar, me divertir e viciar em Crown of Love, Rebellion e Tunnels. E ter certeza que eles são a banda mais legal do Canadá!


Flowing Tears – Serpentine

Quando ele falou da banda pela primeira vez, eu era n00b e entendi “‘Following Tears’”, haha! Ele disse que o vocal da moça era diferente por ser mais grave que os vocais típicos de gothic metal (é vero!) e me arrumou dois álbuns. O Razorbliss também é bom, mas esse Serpentine… bastante empolgante, é não é chato que nem aquelas bandas de gothic que enfiam violino, coral, violoncelo e piano em tudo quanto é canto. Os riffs, a voz da Stephanie Duchene e as bobeirinhas eletrônicas aqui fazem um serviço bacana.


Paradise Lost – Draconian Times

É, dava pra pôr o Icon. Mas eu prefiro mesmo o Draconian Times, principalmente por causa de Enchantment, Hallowed Land e da superclássica Forever Failure. Fecha com chave de ouro a fase mais doom, antes deles partirem pra um som mais industrial. O que é foda é o fidamãe fazer invejinha porque ele tem esse álbum original… ¬¬


Rammstein – Mutter

Lucas me arrumou o Mutter num CD velho de guerra, todo ‘fuzilado’, mas que ainda rodava direito. O conteúdo? Desnecessário dizer que esse é o álbum preferido de pelo menos 90% dos fãs. Chuta bundas fazendo uma boa transição entre a fase mais industrial, dos 2 primeiros álbuns, e a fase atual, do Reise, Reise e do Rosenrot. Acho que foi a primeira de todas as bandas de industrial que nós gostamos. E olha que são muitas.


My Dying Bride – A Line of Deathless Kings

Toda vez que vou a BH eu costumo voltar com quilos de música que o Lucas me passa, e numa dessas vezes voltei com um DVD que tinha esse álbum do My Dying Bride. Só ele, mas foi o suficiente pra ter certeza: eles SÃO os REIS do doom metal, e não perderam a majestade mesmo uam década depois de lançar seus álbuns mais clássicos. Um álbum com riffs graves e pesados, vocais lamuriantes, sombrio como todo bom doom metal é.


Leaves’ Eyes – Lovelorn

Quando conhecemos o Leaves’ Eyes, conhecemos como “a banda da Mulher que canta com o Cradle of Filth em Nymphetamine”. Isso porque então nem eu nem Lucas sabíamos que a mulher em questão, Liv Kristine, era parte do Theatre of Tragedy! Aqui ela deixou o gothic/doom de lado, e foi fazer folk. Um bom folk por sinal, recomendado pra quem curte um som com influência nórdica.


System of a Down – Mezmerize & Hypnotize

Ok, fãs de SOAD, podem falar de Toxicity, mas pra mim o melhor do SOAD tá na dupla Mezmerize e Hypnotize. Nesses dois álbuns a criatividade deles foi usada com gosto, e deu num álbum que tem elementos de punk, hard rock, eletrônico (Old School Hollywood), folk, e outras coisas mais. E muito humor. Sim, humor, porque quando o Lucas baixou o álbum disse que eu ia rir bastante ouvindo Vicinity of Obscenity.


Diablo Swing Orchestra – The Butcher’s Ballroom

Super criativo! Criativo mesmo o que esse pessoal da Suécia faz! Misturam metal com jazz, com eletrônico, com música mexicana… ih, com um monte de coisa, e o resultado é um dos melhores álbuns do chamado “avant-garde metal”. E a vocalista é uma soprano muito boa, que felizmente sabe ser soprano sem Tarja.. digo, sem ser chata. Uma vez Lucas disse que eles já tavam pra lançar outro álbum. Tô esperando…

E bem, é isso. Tem mais coisa, com certeza, mas fui muito seletivo, e no fim das contas acabei pinçando só esses aí pra fazer esse Top 8. Talvez eu resolva atualizar o post depois e colocar mais alguns álbuns.

Salut, leitores!