Arquivos para a Categoria ‘Qualquer coisa’

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Akarok. Ég vil. Ich will.

31/10/2009

Akarok. Ég vil. Ich will. Yo quiero. Io voglio. Eu quero.

Eu quero ir além, dos meus dias e de mim mesmo.
Quero fugir da realidade e provar a mim que o mundo vai muito além do que eu conheço.
Quero conhecer, e saber.
Quero experimentar.
Quero trabalhar e descansar e trabalhar e descansar.
Quero inspiração e amor, para mudar o que puder a partir do início de tudo: as mentes.
Quero música, e imagens, e paladares.
Quero viver.

Minä haluan. Jag vil. Eu vreau. Chcę. Я хочу. Eu quero.

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Fim de 2008.

25/12/2008

Era pra eu fazer um post sobre umas descobertas familiares que fiz recentemente quando conversei com a tia Maria Laura, de Timóteo, but…

…preferi fazer um micro post pra compartilhar um pensamento que me passou aqui na cabeça: o fim de ano me parece estranho, cheio de coisas acontecendo de forma diferente e inusitada, mas ao mesmo tempo me parece que a ordem das coisas vai como deveria. Ou não, sei lá.

A bandeira da Letônia não tem absolutamente [b]nenhuma[/b] relação com o post. Está só porque alguém um dia teria que lembrar que este pais existe.

A bandeira da Letônia não tem absolutamente nenhuma relação com o post. Está aqui só porque alguém um dia teria que lembrar que este país existe.

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Topofilia.

25/11/2008

Topofilia é um termo relativo a Geografia, cunhado pelo geógrafo sino-americano Yi-Fu Tuan. Não adianta me perguntar o que é, por que não sei explicar, mas aqui eu quero interpretar essa palavra do modo mais simples possível: do grego topo (lugar) + philos (amor; afeição; ou algo relacionado). Objetivamente falando, a topofilia seria uma grande afeição de uma pessoa por um certo lugar.

Em parte, esse deve ser o meu problema. Eu vim pra cá, Vitória, procurando, entre outras coisas, um ambiente diferente, novas pessoas, contato com uma cultura alheia, e coisas assim. Mas eu sou um loser, afinal, porque sinto que sou tão apegado aos anos que vivi em Minas Gerais que isso me impede de me desenvolver aqui. Não tenho motivação, porque tudo aqui me parece desinteressante. Os amigos que posso fazer aqui me parecem menos interessantes que aqueles que já fiz em Minas. Os lugares e “rocks” que posso conhecer aqui me parecem menos interessantes que aqueles que já me acostumei a ir no Vale do Aço. Em suma, a vida aqui me parece um porre em comparação com aquela que teria na terra dos pãezinhos de queijo.

Culpa do lugar? Em parte, talvez, porque esperava que Vitória fosse ao menos tão legal quanto BH e não fosse uma cidade com corpo de capital e cabeça de vila do interior. Mas é óbvio que o problema sou eu mesmo, não é? Pessoas “descoladas” normalmente se adaptam perfeitamente bem quando mudam de cidade, ou de estado (meu caso), ou até de país. Mas eu não sou o que se pode chamar de “descolado”, muito pelo contrário.

Eu sei que mesmo querendo voltar pra MG eu ainda posso encontrar o meu lugar aqui na metrópole capixaba, mas vale lembrar que não há descoberta se eu não começar a tirar essa bunda gorda daqui de casa e levá-la pra conhecer o que há de cool aqui nesse lugar. Mas é justamente isso que me falta: ATITUDE. E não tenho atitude porque não tenho motivação.

I’m a loser.

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Flores.

23/08/2008

Entre vidas e flores.
Flores nascem…
Humanos nascem…
Flores e humanos morrem…
E todas as minhas pétalas cairão em terra
Quando vocês se forem
Que tuas almas estejam sempre ao meu lado.
Sinto a tristeza
Como um jardim morto
Sem flores, sujo, podre, sangrento, sem cor
Onde a vida encontra seu fim.
Flores…
Tão belas e fascinantes, cativam minha atenção…
Síntese das minhas metáforas sobre o viver
Um aroma que se faz em meus caminhos
Entre glórias e desgraças.
São nossas vidas
Como a luz do sol engrandece as flores
Guardo os afetos e compaixões em meu espírito
Entre o calor dos sorrisos
Uma flor vive
Uma flor morre…
Enquanto viva, encanta-nos com tua beleza.

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Costuma-se esperar que o primeiríssimo post de qualquer blog seja algo tipo “Sejam bem-vindos”, explicando o que é o blog e qual é o propósito dele. Preferi pular essa parte. E como estou sem idéias pra fazer um post mais original, desenterrei do fundo do baú esse poema que tinha escrito há 3 anos atrás e cheguei a postar certa vez em meu fotolog – note que eu mudei apenas uma palavra.
Quando o escrevi eu tinha em mente a idéia de fazer um poema, digamos, gótico. Isso porque na época eu e Lucas [grande amigo!] tínhamos aquela visão TOTALMENTE estereotipada do que é ’ser gótico’: andar de roupa preta, ir em cemitérios, adotar vinho como bebida-ícone, ouvir coisas como Tristania e… fazer poesia supostamente triste e/ou depressiva.No fim das contas, acho que não demoramos muito pra amadurecer e descobrir que ‘gótico’ na verdade se refere a um idioma e aos bárbaros que o falavam há milhares de anos atrás, e por isso não tem a ver com essa onda de ‘darkwaves’ que vem dos anos 80 até hoje.
Mas enfim, voltando ao poema… ah, interpretem como quiser, mas deixe me dar uma idéia objetiva: relaciono-o com a importância da amizade.

E, bem, devo dizer, em várias línguas: Welcome! Verið velkomin! Witamy! Tervetuloa! BEM-VINDOS!

[Sim, vai ter muito da minha tradicional chatice lingüística nesse blog]